Caroline de Toni e a difícil decisão de sair do PL

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Caroline de Toni

A questão maior hoje, é que lidera a corrida ao senado, mas não tem segurança sobre a vaga para concorrer

A deputada federal Caroline de Toni vive um dilema nos últimos meses, sobre sua permanência no Partido Liberal (PL).

Há alguns meses, o próprio governador Jorginho Mello (PL), presidente do partido em Santa Catarina, lhe garantiu a vaga. Depois com a vinda de Carlos Bolsonaro, Jorginho recuou e tentou demover a deputada de concorrer ao senado. Nesta altura, Caroline já começava a decolar para liderar as pesquisas.

Caroline não gosto e não deveria gostar mesmo, pois foi lhe dito que deveria procurar outro partido e que Jair Bolsonaro estaria com ela, onde quer que se filiasse, o que fez com que abrisse conversas com diversas legendas.

Caroline cresceu nas pesquisas e o governador ao notar que Esperidião Amin (UP) não falava em respaldar a chapa majoritária do governador e com a escolha de um vice do Novo, bateu o martelo sobre o nome de Caroline, pelo PL, fazendo uma chapa pura ao senado.

Parecia resolvido, não fosse uma conversa franca em Brasília, entre Caroline e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que afirmou que Caroline não teria vaga pelo PL, pois tinha compromisso com um acerto nacional e que daria a vaga para Amin. Disse mais: que faria intervenção do PL de SC, se o acordo nacional não fosse cumprido.

Ali, parecia certo que a deputada federal teria que sair o PL, aliás, anunciou a decisão.

Ocorre que o governador foi a Brasília e voltou dizendo, que terá autonomia para fazer a chapa em SC e que Caroline estaria ao lado de Carlo Bolsonaro.

Pois e agora. Em quem confiar, com tantas raposas políticas neste jogo.

Se Caroline ir para o Novo, a coligação do governador aceita? Se ficar no PL, terá a vaga?

Talvez tenha que buscar um outro partido, ainda, que lhe garanta que será candidata a senadora.

No meio deste jogo, o PP nacional, um dos partidos da União Progressista (UP), dá sinais de que negocia com Lula na eleição presidencial.

Em quem confiar?

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