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Governador não conseguiu vir à Caçador para sinalização de recursos para construção do quartel dos Bombeiros

governador

Agenda apertada atrasou o roteiro pelo Meio-Oeste e Oeste

Como fomos um dos primeiros a divulgar a informação de que o governador do Estado, Jorginho Mello (PL) cumpriria agenda em Caçador no final da tarde desta sexta-feira, 3, para garantir recursos na ordem de R$ 10 milhões para a construção do novo quartel dos Bombeiros Voluntários de Caçador, gostaria de informar o motivos pelos quais o governador não esteve em Caçador.

De acordo com informações que recebi, a agenda pelo Meio-Oeste e Oeste atrasou bastante. Já era apertada e no meio da tarde, o governador ainda estava cumprindo compromissos agendados para o final da manhã.

Mau tempo, neblina e uma questão técnica do aerporto Carlos Alberto da Costa Neves (informação não confirmada), encerraram o assunto, impedindo a chegada do governador em Caçador, também porque não conseguir decolar depois do evento do início da noite, para a Capital.

Assim, tiveram papéis importantes no ato:

  • O presidente da Fiesc, Gilberto Seleme, companheiro de primeira hora da corporação e um entusiasta da ideia da construção do novo quartel, que inclusive, sediou reunião na Fiesc, em Florianóplis, para buscar os recursos junto ao governo do estado;
  • A deputada estadual Paulinha, que atendeu pedido do ex-vereador Jean Carlo Ribeiro intercedendo pela entidade (que é uma das de maior credibilidade em Caçador) e foi importante na articulação dos recursos para os Bombeiros Voluntários;
  • O prefeito Alencar Mendes, que receberá os recursos oriundos do orçamento do Estado e os encaminhará para que os Bombeiros Voluntários realizem as obras.

Daqui até a construção e o início das operação, certamente que muitas pessoas deverão aderir ao projeto de deixar suas impressões digitais nesta importante conquista.

Alias, ainda sobre a questão técnica no aeroporto, o fato fez com que a deputada Paulinha pernoitasse em Caçador. A deputada derrubou sua agenda na tarde de sexta-feira e fez questão de voar para Caçador e não conseguindo retornar na noite de sexta, dormiu em Caçador e saiu cedo cumprindo agenda de visitas.

Segundo ela, tendo participado ativamente da articulação para a conquista dos recursos, a presença no ato se tornou uma questão “obrigatória”.

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