Pré-candidatos limpam as gavetas no governo de SC

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Pelo menos 10 integrantes da equipe de assessores de Jorginho Mello devem deixar seus cargos até 4 de abril

O governador Jorginho Mello (PL) terá várias baixas em seu governo por conta da desimcompatibilização dentro do prazo legal para concorrer nas eleições deste ano. O prazo final é até 4 de abril, seis meses antes do primeiro turno.

A fonte desta informação é o SC em Pauta.

Deixarão os cargos os seguintes secretários: Mário Hildebrandt, secretário de Estado da Defesa Civil, para disputar a deputado estadual; Carlos Chiodini, secretário de Estado da Agricultura, para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados ou o cargo de vice-governador, provavelmente na chapa de Jorginho, caso não haja alguma mudança; Silvio Dreveck, secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviço, que deve disputar uma vaga à Câmara Federal; Fabrício Oliveira, secretário de Estado do Planejamento, que disputará uma vaga à Alesc. Também para disputar uma vaga à Assembleia Legislativa deixarão os cargos o delegado-geral Ulisses Gabriel e o secretário de Estado da Infraestrutura, Jerry Comper.

O secretário adjunto de Estado do Turismo, André Moser, disputará uma vaga à Alesc, a exemplo da consultora executiva da Secretaria de Estado da Saúde, Nilza Simas. Milena Andersen Becher, atual secretária adjunta de Estado da Assistência Social, é uma incógnita, já que é alvo de uma investigação da época em que era prefeita de Vargem.

Quem também decidiu deixar o governo é o secretário de Estado da Casa Civil, Kennedy Nunes. Ele sempre negou uma possível candidatura, porém bateu o martelo no final de semana passado e deverá ter mais uma conversa com o governador para definir a sua saída. Kennedy me disse que não sabe para qual cargo, ou se vai disputar. A decisão caberá a Jorginho Mello. Porém, é dito nos bastidores que tentará uma eleição a deputado ou a suplente de senador.

Outro nome que sairá é Beto Martins, secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias. Martins disse que deixa o governo não para ser candidato, mas, sim, por entender que já completou o trabalho ao qual se dispôs, deixando obras e projetos para as áreas da aviação e dos portos. Porém, Martins aceitará, caso seja convidado, participar da disputa em uma chapa como suplente ao Senado.

O governador tinha a ideia de trocar o secretariado neste mês de janeiro, mas foi convencido a esperar, pois, possivelmente, alguns secretários que deixarão os cargos poderiam querer impor o nome de quem os substituiria.

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