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O que dizem as pesquisas eleitorais?

Senado

Confira as pesquisas presidencial e estadual, com projeções para o senado e o governo do estado

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta 5ª feira, 16, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto em uma simulação de 2º turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que pontua 43%.

Os 2 estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro do levantamento, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Em relação ao 1º estudo feito pelo PoderData/Aya, em maio, Lula oscilou 1 ponto percentual para baixo e Flávio, 1 ponto percentual para cima –dentro da margem de erro. A distância entre os 2 oscilou desfavoravelmente ao petista no período: era 4 pontos percentuais há 2 meses; agora, é de 2 pontos….

Cenário em SC

O governador Jorginho Mello (PL) lidera a disputa pelo Governo do Estado e aparece com 53,3% das intenções de voto no cenário estimulado, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC), divulgada hoje. O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), ocupa a segunda colocação, com 26,2%.

Na sequência aparece o ex-deputado estadual Gelson Merísio (PSB), com 8,6%. Lais Chaud (UP) registra 1,7%; Ralf Zimmer (PRD), 0,9%; e Marcelo Brigadeiro (Missão), 0,8%. Os eleitores que ainda não sabem em quem votar representam 4,9%, enquanto 3,7% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto.

Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, Jorginho mantém uma vantagem expressiva sobre João Rodrigues. Se a eleição fosse realizada hoje, o governador seria reeleito no primeiro turno. A diferença entre os dois primeiros colocados é de 27,1 pontos percentuais.

Senado em SC

Na soma do primeiro e do segundo votos, Caroline aparece com 39%, Carlos Bolsonaro com 38,6% e Amin com 34,1%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, Amin está tecnicamente muito próximo dos dois candidatos do PL. A distância para Caroline é de 4,9 pontos, enquanto a diferença para Carlos é de 4,5 pontos.

O desempenho de Amin merece atenção justamente por apresentar maior equilíbrio entre as duas escolhas do eleitor. Ele tem 17,8% no primeiro voto e 16,3% no segundo. Isso indica uma candidatura que não depende apenas de uma preferência principal, mas que também consegue ser lembrada como alternativa. Em uma eleição na qual cada eleitor vota duas vezes, essa capacidade de circular entre o primeiro e o segundo voto pode ser decisiva.

Caroline de Toni apresenta um comportamento diferente. Ela aparece apenas na quarta posição no primeiro voto, com 14,4%, atrás de Carlos Bolsonaro, Amin e Décio Lima (PT). No entanto, lidera com ampla vantagem o segundo voto, alcançando 24,6%.

Isso não significa necessariamente fragilidade. A leitura possível é que Caroline ainda não ocupa, para uma parcela do eleitorado, o posto de primeira escolha, mas possui elevada aceitação como segundo nome. Em uma disputa com duas vagas, essa característica pode ser tão relevante quanto liderar o primeiro voto. Ao mesmo tempo, o dado mostra que a deputada precisa trabalhar para transformar essa aceitação complementar em preferência principal, especialmente diante da presença de Carlos Bolsonaro no mesmo partido.

A candidatura de Carlos Bolsonaro apresenta a lógica inversa. Ele lidera o primeiro voto com 27,4%, mas cai para 11,1% no segundo.

Fonte: Poder360/IPC

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