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Não é exagero, é proteção

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A realidade pode ser dura, mas é necessária

Tem coisa que a gente não pode suavizar. E eu vou dizer com todas as letras: ensinar nossos filhos a não falarem com estranhos não é exagero, não é paranoia — é proteção.

A gente vive num tempo em que o perigo não avisa, não tem cara definida e, muitas vezes, chega disfarçado de simpatia. Quem é pai e mãe sabe: não dá pra romantizar o mundo. E, por mais duro que pareça, nossos filhos precisam entender que nem todo mundo é confiável. Precisam saber que existem riscos, sim — e que ignorar isso pode ter consequências graves.

E eu faço questão de deixar isso claro dentro de casa. Não escondo a realidade. Mostro, explico, reforço. Inclusive, sim, mostro vídeos e notícias de crianças que foram raptadas. Não para chocar por chocar, mas para que eles entendam que o perigo não é invenção, não é exagero — é real. É desconfortável? É. Mas necessário. Haverá os que dizem “ahhh mais vai traumatizar a criança!” Pois eu prefiro eles seguros.

Não se fala com estranhos. Não se aceita nada de desconhecidos. Não se vai a lugar nenhum sem autorização. Sem exceção, sem negociação. Porque, no fim das contas, entre parecer exagerada e garantir a segurança de quem eu mais amo, eu fico com a segunda opção. Sempre.

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