Os (des)governos

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Tenho me mantido em silêncio sobre as discussões em torno dos governos federal e estadual, porque entendo que todo governo precisa de um período de adaptação e rearranjo para depois dizer a que veio.

No tocante ao governo estadual, tudo ainda é uma incógnita. Um governa recluso, com uma equipe formada na maioria por militares da ativa e da reserva, a maior também com pouquíssima experiência administrativa e uma inoperância que é de assustar. O “pessoal” ainda está conhecendo a máquina administrativa, conhecendo números e tentando equalizar um dos principais problemas que é a falta de recursos, que assombra até a folha de pagamento dos servidores.

Na saúde, parece que a missão da secretaria, por ora, é quitar um pouco das dívidas, que no início beirava a R$ 1 milhão.

Melhor não ter grandes expectativas em relação a este governo, mas uma coisa é certa: deve entregar para o sucessor, com menos problemas do que recebeu de Eduardo Pinho Moreira (MDB). Herdou um abacaxi e deve entregar um governo com as contas em dia e ajustado do ponto de vista administrativo. É o que penso.

Em relação ao governo federal, escrevi quando Jair Bolsonaro (PSL) ainda fazia campanha no primeiro turno das eleições presidenciais, que o grande problema “era o próprio Bolsonaro” e continuo pensando da mesma forma. É só ver quantos problemas arrumou por falar demais e em momentos impróprios.

Além disto, escolheu mal sua equipe, apostando em nomes que estão dando e que darão problema, como o ministro da educação e outros enrolados em investigações. O presidente precisa descer do palanque.

Não formo fila com aqueles que ficam aguardando deslizes para escrever nas redes sociais, aliás acho que estas pessoas que não são somente petistas, estão mesmo é perdendo muito tempo na vida se ocupando desta tarefa. E nem adianta criticar quem votou em Bolsonaro no segundo turno, porque pelas opções que tinha…

Em termos de “bola fora”, quem ganhou o prêmio na minha opinião foi o senador Major Olímpio (PSL-SP). Querer armar diretores, orientadores e e professores é pouco demais.

Não consigo sequer imaginar um professor armado dentro de uma escola. Se a escola precisa de segurança, contrate-se segurança profissional, pois professor tem que ocupar de dar boas aulas.

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