Toni Corrêa 

A dinâmica da política catarinense

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É claro que tem muita gente que discordará da palavra “dinâmica”, mas mesmo assim, arrisco publicar as últimas do cenário catarinense.

  1. O ex-deputado Ivan Razolin, sei lá em que partido está filiado, declarou apoio ao presidenciável Álvaro Dias;
  2. Históricos do MDB de Videira, estão dizendo que não seguem Wilmar Carelli e dificilmente votarão nele para deputado estadual. Carelli foi para o PSDB;
  3. O prefeito joinvilense está cada vez mais convencido de que deve continuar na prefeitura; o governador em exercício Eduardo Moreira discursa como candidato e Mauro Mariani não arreda o pé. Coisas do MDB SC;
  4. Francisco Kuster, um dos fundadores do ninho tucano continua na militância. Andou por outras agremiações, mas prestigiou em Lages, um evento tucano no último final de semana. No evento ficou devido que o empresário do ramo de comunicações Roberto Amaral, presidente dos tucanos de Lages, será candidato a uma vaga na Alesc;
  5. Em Caçador, dizem que é certa a candidatura do presidente da Câmara Municipal, Antonio Rubiano Schmitz (PSD), a deputado federal;
  6. Há algum tempo ouvi falar que o empresário Assis, que disputou a eleição para prefeito, concorreria para deputado estadual do PSB, mas faz dois meses, mais ou menos, que é um silêncio só;
  7. O deputado João Rodrigues (PSD), tem esperança de sair da prisão em breve, e tem dito que é candidato à reeleição;
  8. Me parece certo que o prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (PSDB), é nome tucano para a majoritária com chapa pura ou coligação;
  9. O deputado Cobalchini (MDB), segue seu roteiro em campanha pela reeleição, que poderá ser a última. Muitos de seus amigos dizem que na eleição de 2022 é hora de pensar em majoritária.

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