Coluna Toni Corrêa 

Eleições: muita conversa e pouca decisão

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Tenho ouvido muita gente nos últimos dias e não vejo muita claridade nas eleições para a presidência e para o governo do estado de Santa Catarina. Aliás, tenho ouvido “barbaridades” ou conjecturas absurdas, que somente podem acontecer na política.

No plano nacional, quero crer que para poder fazer alguma análise, primeiro é preciso que o “centrão” defina seu(s) nome(s). Explico: a esquerda está com Lula (PT), a direita com Bolsonaro (PSL) e o centro, ainda não apresentou um nome, sendo que há vários deles circulando, porém se definições. Dentre os nomes estão Alckmin (PSDB), Rodrigo Maia (DEM) e Henrique Meirelles (PSD). E tem ainda o MDB que não definiu quem apoiará, mas alguns caciques dizem que apoiará quem defender o legado de Temer, algo difícil.

Então, para mim, pouco a se comentar em termos de perspectivas, sem o (s) candidato (s) de centro.

No governo do estado, a indefinição não tem precedentes.

Eduardo Moreira (MDB), tido como completamente ora, ameaça concorrer uma vez que estará no comando do governo. Mas e Mariani, Udo e Berger?

De repente, Moreira vestiu um figurino de pré-candidato, com discurso e tudo. Começa por enxugar a estrutura administrativa, onde pretende deixar algumas secretarias em titular e até extinguir algumas secretarias ou autarquias. Coisa de candidato em busca de um discurso de moralidade.

Mensageiros da Capital davam como certa a retirada da candidatura de Merísio, mas isto ainda não ocorreu e não se sabe se ocorrerá. Os tucanos acenam com a candidatura de Bauer, provável mas dependente de apoios. E tem Amin (PP), também havido por concorrer novamente.

Estrategistas partidários marcam passo e miram os passos dos adversários.

Colombo quieto, chega a inquietar muitos; Bornhausen tirando as manguinhas de fora. É só acompanhar o noticiário.

Creio que tudo pode acontecer, menos o PT apoiar os tucanos e o MDB.

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