Toni Corrêa 

O cenário presidencial para 2018

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O senador mineiro Aécio Neves – PSDB, envolto em inúmeras denúncias, presidente nacional dos tucanos, tratou de botar mais lenha na fogueira ao destituir o presidente interior, o também senador Tasso Jereissati. Assim o tucanato segue sem se entender e deixa brechas para os adversários avançarem nas negociações visando as eleições presidenciais do ano que vem.

Geraldo Ackmin, tucano, governador de São Paulo, é um dos candidatos e vê a briga pela presidência com reservas.

Ciro Gomes, do PDT, não embala a campanha, mas continua no páreo; Marina Silva sumiu do noticiário.

Aí entra Jair Bolsonaro, ainda pensando por qual partido concorrerá, com índice de mais de 20% de intensão de voto e estabilizado e Lula, mais ou menos na mesma altura.

Interessante notar que Bolsonaro precisa de Lula candidato, me parece, justamente para ter um opositor em quem “atirar” e tentar chegar ao segundo turno das eleições do ano que vem.

O fato é que o cenário ainda é muito nebuloso e penso que é aí que ainda podem surgir fatos novos, como por exemplo um Luciano Huck da vida ou alguém com este perfil. Para quem pensa que Huck tá sozinho é bom lembrar que tem muita gente graúda por trás dele. Um destes é justamente Fernando Henrique Cardoso, íntimo da família.

Quem parece estar enfraquecido nos últimos dias é o prefeito paulistano João Dória Jr – PSDB. Será mesmo?

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