Fiuk rebate críticas: “Nunca vamos agradar todo mundo”

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Quando está inspirado, Fiuk, 26 anos, fica com a cabeça voando longe. “Às vezes, é difícil estar presente”, confidencia o cantor e ator, intérprete de Ruy, em A Força do Querer (Globo).

Depois de um período sabático, em que desacelerou para reavaliar seus rumos profissionais, o filho de Fábio Jr., 63, voltou em horário nobre como um dos protagonistas da trama das 9. “Minha última novela foi Aquele Beijo (Globo, 2011). Antes, fiz um filme, participações e uma série. Não queria confessar para mim que estava morrendo de saudade.”

No bate-papo, Fiuk abre o coração e diz que não chegou a ter depressão, mas que experimentou momentos difíceis em que não saía do quarto. “Fui ao fundo do poço, mas usei a mola”, explica ele, que tampouco se deixa abater pelas críticas por sua atuação. “Já fui muito autocrítico, sofri por isso. No final das contas, nunca vamos agradar todo mundo.”

 

Como está encarando este desafio?

Tento não criar expectativa de qualquer coisa em minha vida. O resultado só vem quando não se está focado nele. Só penso no meu trabalho, no que amo fazer, estudar… Fiquei surpreso ao ver que isso faz sentindo.

 

Como foi o período sabático? Estava com saudade de atuar?

Vou e fui atrás das minhas questões. Fiquei um tempo sem cantar, atuar, me peguei para me descobrir como ser humano. Estava com mais saudade de atuar do que achei que estivesse. Não queria confessar isso nem para mim.

 

O que te motivou a dar esse tempo?

Parei porque a vida toda é cobrança por todos os lados. Pela primeira vez, me entreguei, respeitei os meus sentimentos, o que queria fazer. A vida é uma só, não queria me tornar um produto sem fundamento. Optei por este caminho, não foi questão de estar certo ou errado.

 

Foi difícil?

Passei por algumas coisas, trabalhei com pessoas estranhas, foi uma grande onda que passou: desde empresário, namorada, tudo… Não poderia esperar eu ter um pouco mais de maturidade? (risos). A vida me cobrou muito, desde cedo. Tirei o pé e voltei a tocar guitarra como na infância, compor do jeito que gostava… Fui ao fundo do poço e usei a mola.

 

Fonte: Contigo

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